Como uma investigação conjugal é conduzida sem expor o cliente e por que a preservação do sigilo vem antes do resultado.
Casos conjugais chegam carregados de urgência. A primeira orientação, quase sempre, é desacelerar: decisões tomadas no impulso costumam comprometer tanto a apuração quanto a vida pessoal de quem contrata.
O atendimento é individual e reservado. Nenhum dado do cliente circula fora da equipe designada, e o contato é conduzido pelo canal que ele indicar.
Em campo, a regra é a mesma de qualquer diligência séria: nenhuma abordagem, nenhuma interferência, nenhum contato. A observação existe para registrar o que já acontece, não para provocar reação.
O resultado é apresentado com objetividade, sem julgamento e sem dramatização. A decisão sobre o que fazer com a informação pertence exclusivamente ao cliente.


